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Gravidez Ectópica: Tudo o que você precisa saber

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A gravidez ectópica acontece quando o óvulo que é fecundado implanta-se em alguma outra estrutura que não é o útero, sendo nas trompas nos casos mais comuns, e também pode acontecer do óvulo fixar no colo do útero, no ovário, cavidade abdominal e cervix.

O processo de uma gravidez normal acontece da seguinte forma:

Quando a mulher ovula, ela liberar óvulos atá as tubas uterinas (trompas de falápio).

Então lá ele fica a espera do espermatozóide por 24 horas, e quando acontece a fecundação, encontro do espermatozóide com o óvulo, o zigoto é migrado, passando por toda a tuba uterina até o útero onde ele se instala e da início ao progresso da gravidez.

Mas quando a gravidez ectópica acontece, ele para equivocadamente em alguma parte fora do útero e lá ele se instala ao invés de fazer o percurso completo.

Infelizmente a gravidez ectópica não pode prosseguir.

Por que além do feto não se desenvolver pode colocar em risco a saúde da mulher, causando lesões nas estruturas onde ele se instalou podendo leva-lá a morte.

Sintomas da gravidez ectópica

Os sintomas são bem parecidos com o de uma gestação normal.

Por exemplo, no início a mulher pode sentir enjoos, dores abdominais, ausência de mentruação dentre outros sintomas comuns de uma grávida.

Mas se ela ainda não sabe que esta grávida, a doença pode evoluir dando início a sintomas mais fortes e mais perigosos, atípicos de uma gravidez saudável.

As queixas entre as mulheres que são mais comuns é dores intensas do lado em que o óvulo se implantou, enjoos frequentes e sangramento.

Mas dependedo da evolução que está, o sangramento pode ser intenso levando até a uma hemorragia.

Diagnóstico da gravidez ectópica

Com apenas exames clínicos é muito difícil diagnosticar uma engravidez ectópica, independente de onde o embrião está.

Então são necessários realizar exames de ultrassonografia transvaginal e ginecológico para ver se é realmente o caso de um embrião ectópico e em qual local ele se alojou.

Um exame de sangue também ajuda no diagnóstico, pois uma gravidez assim pode não produzir quantidades normais de hormônio Beta hCG.

Fatores de risco

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Existem alguns fatores que elevam a possibilidade de uma gravidez ser ectópica.

Como na grande parte dos casos, quando a gravidez acontece nas trompas, os fatores mais propensos são inflamações, infecções ou alguma anormalidade na estrutura da trompa, que dificulta a passagem do óvulo.

Outras razões que elevam muito o risco, são episódios de gravidez ectópica anteriormente, cirurgias nas trompas, falhas na ligadura de trompa e uso de DIU nos casos mais raros, pois ele não costuma falhar.

Tabagismo, endometriose, engravidar com tratamento para infertilidade, infecção ginecológica prévia como clamídia ou gonorreia, são fatores que elevam moderadamente os riscos.

Tratamento para gravidez ectópica

O tratamento pode ser feitos apenas com medicações, mas existem alguns casos que é feito por cirurgia.

Todas as formas de tratamento são para retirada do embrião, para evitar maiores complicações e preservar o local afetado.

Tratamento com medicamentos

E possível retirar o embrião adminstrando remédios s para impedir o desenvolvimento, sendo o mais comum o metotrexato, por injeção em dose única.

Para o tratamento com esse medicamento é preciso que o embrião esteja menor que 4 cm, não tenha batimentos cardíacos, nem rupturas na trompa e os niveis de beta hCG precisam estar abaixo de 5000 mIU/mL.

Tratamento com cirurgia

Em 60% dos casos a retirada do embrião é feita com cirurgia. Em alguns casos a cirurgia é feita via laparoscópica, que tem com objetivo remover o óvulo e reparar a área afetada.

Nos casos mais graves, como sangramento intenso ou ruptura da trompa, a cirurgia é feita de forma aberta e também é feita a retirada da trompae dependendo do caso, para evitar danos maiores.

É possível engravidar futuramente?

A resposta é sim! claro que depende muito do tipo de gravidez ectópica que a paciente teve.

Porém é preciso em consideração os fatores de risco, a mulher precisa de um acompanhamento médico mais rigoroso em uma nova gestação.

No caso da retirada de um trompa, é possível engravidar somente com a outra, se ela estiver saudável.

Portanto uma avaliação médica é sempre necessária para dizer se é permitido engravidar novamente.

 

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